Por Redação Radar Notícias | Santos-SP para o Brasil

A Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo, não amanheceu com o silêncio de uma manhã comum, mas com o grito ensurdecedor de uma comunidade que não suporta mais ser alvo. A morte de Thawanna da Silva Salmázio é mais um capítulo sangrento e revoltante de uma segurança pública que parece ter trocado o “proteger” pelo “atirar primeiro e perguntar depois”.
O DIA EM QUE A CAMINHADA TERMINOU EM MORTE
Thawanna saiu de casa para uma atividade simples e cotidiana: caminhar ao lado de seu companheiro. O que deveria ser um momento de lazer e saúde transformou-se em uma cena de crime brutal. Uma abordagem da Polícia Militar interrompeu não apenas o trajeto do casal, mas o futuro de uma mulher e a estrutura de uma família inteira.
Enquanto a versão oficial da Secretaria da Segurança Pública (SSP) tenta emplacar o termo genérico “desentendimento”, o relato de quem sentiu o cano da arma por perto é devastador: não houve ameaça que justificasse um disparo fatal. ### VERSÕES CONFLITANTES E A VELHA PROMESSA DE “APURAÇÃO” Como de costume, a PM informou que os policiais envolvidos foram afastados e que as câmeras corporais serão analisadas. Mas a pergunta que fica nas ruas é: até quando a tecnologia será usada apenas para confirmar tragédias em vez de evitá-las?
Quando uma abordagem termina com um corpo no chão, a confiança da sociedade na instituição policial também é atingida pelo mesmo projétil. O sentimento que domina a região não é de segurança, mas de medo e revolta.
O GRITO DAS RUAS: JUSTIÇA POR THAWANNA
A resposta da população veio rápida e inflamada. Pneus queimados, ruas fechadas e o eco de protestos que cruzaram a cidade. O recado é claro: Thawanna não é apenas um número em uma planilha de estatísticas.
- Não é apenas um caso isolado.
- Não é apenas uma “ocorrência”.
- É uma vida que não pode ser tratada como descartável.
O SILÊNCIO NÃO É A RESPOSTA
O Radar Notícias se solidariza com a família de Thawanna e reforça seu compromisso com a denúncia de abusos e violações de Direitos Humanos. A verdade não pode ser enterrada junto com a vítima. Exigimos transparência total, responsabilidade dos envolvidos e, acima de tudo, que a justiça seja feita de forma exemplar.
Quem deveria proteger não pode ser o símbolo do medo.
✊ JUSTIÇA POR THAWANNA!
